Quando eu cheguei a Cuzco, o planejado era ficar só 4 dias. Mas me apaixonei pela cidade e estou triste de ir embora amanhã.

Hoje acorde cedo, 7h, acho que senti o fuso só hoje e corri para ligar pros meus pais, afinal é domingo.  Pela primeira vez tomei café da manhã num restaurante (s/4 – US$1,30) e fui comprar as passagens para Puno, nas margens do Lago Titicaca.

Antes, encontrei uma brasileira, Maira, em frente ao hostel. Ela também vai pra Puno, só que acabamos nos desencontrando na hora de compras as passagens. Outro casal de brasileiros também chegou ao hostel e ficamos conversando. Mais tarde, eu e Hernan fomos almoçar sanduíche (s/5 – US$1,50) e acabei encontrando de novo a Maira. Combinamos de ir ao Cristo (no alto da cidade). Ela chegou às 16h com o namorado, um irlandês gente fina, e fomos ao morro. Que subida, haja fôlego!

Fomos pelo mato porque achamos que pagava. Depois, pulamos o muro e fomos ver as ruínas de Sacsayhuamán, porque lá só entrava com o boleto turístico, que custava s/70 – US$18. Sem pagar, foi ótimo a visita, e eles são muito legais.

Sobre o Autor
Rafael Carvalho
Mineiro fã de frango com quiabo e de uma boa cerveja, mora atualmente em São Paulo. É formado em Rádio e TV, pós-graduado em Jornalismo e trabalha há mais de 12 anos com Conteúdo Digital. Já passou por empresas como SBT e Jovem Pan FM. Apaixonado por viagens, fundou o Esse Mundo É Nosso e roda o Brasil e o mundo o ano todo sempre em busca de dicas para serem compartilhadas.
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