Bairro judeu de Budapeste: Dos bares à Grande Sinagoga

O bairro judeu de Budapeste, na Hungria, é uma das principais paradas de quem vai passear pela cidade. Além de ser o local em que está localizada a Grande Sinagoga, o bairro virou um reduto para os jovens húngaros com bares criados nas ruínas espalhadas por lá. Neste post, damos algumas dicas do que fazer.

BAIRRO JUDEU DE BUDAPESTE

O bairro judeu de Budapeste foi o local onde os judeus se abrigaram durante a Segunda Guerra Mundial. Vale a pena andar sem rumo por lá para descobrir lojinhas modernas e descoladas, galerias de arte, cafés, bares, restaurantes e mercadinhos que vendem produtos típicos da religião judaica.

Bairro judeu de Budapeste (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Um dos destaques do bairro judeu de Budapeste é a quantidade de grafites espalhados pelos prédios. Vale a pena andar à procura deles. Aliás, falando em prédios… algumas construções continuam intactas, outras se transformaram em ruínas e também há as que passaram por reformas.

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Bairro judeu de Budapeste (Foto: Esse Mundo é Nosso)

| SZIMPLA KERT

Entre as ruínas do bairro judeu de Budapeste, estão surgindo diversos bares. Entre os mais famosos está o Szimpla Kert, (veja mais no site oficial) um dos bares mais legais que já fomos.

Bairro judeu de Budapeste (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Fica até difícil explicar como ele é. Por fora, você não dá nada. Parece apenas uma portinha que não vai te levar a lugar nenhum. De repente, quando entramos… Parece que não tem fim.

Bairro judeu de Budapeste (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Fomos duas vezes: uma durante o dia e outra à noite. De dia, estava mais vazio e foi legal para entender como o Szimpla Kert funciona. Você vai andando e vai descobrindo novos lugares. São diversas salas com decorações próprias e modernas espalhadas pelos dois andares do bar. Tem a parte de bebidas, em que é possível você chegar e comprar seu vinho ou cerveja, por exemplo, mas há também garçons.

 

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Ahh… Uma coisa que é bem diferente pra gente. Na hora de comprar a taça de vinho, você precisa dar um valor pelo “aluguel” da taça. Não lembro exatamente quanto, mas era em torno de 5 euros. No final, quando você a devolve, eles dão o dinheiro de volta. Fiquei meio em pânico para não deixá-la cair e quebrar rsrs, mas deu tudo certo. Aliás, em Praga aconteceu a mesma coisa.

Bairro judeu de Budapeste (Foto: Esse Mundo é Nosso)

O público do Szimpla Kert é bem diversificado. Quando fomos, havia jovens locais, turistas e gente mais velha. Aliás, um grupo de turistas da terceira idade chegou com guia e tudo. Ou seja, pode ir tranquilo porque há espaço pra todo mundo. Tente não chegar muito tarde para conseguir se sentar.

Pra ter uma ideia dos valores cobrados no bar, uma taça de vinho, por exemplo, custava 1,30 euro (preço de junho de 2018).

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Vale a pena também passear pelos vizinhos, como um food truck como comidas locais e de várias regiões do mundo.

Bairro judeu de Budapeste (Foto: Esse Mundo é Nosso)

End.: Kazinczy u. 14

 

| SINAGOGA

No bairro judeu de Budapeste também está localizada a maior sinagoga da Europa e a segunda maior do mundo (só perde pra de Nova York). Não à toa ela é conhecida como a Grande Sinagoga. Ela possui capacidade para receber cerca de 3 mil pessoas. Na Segunda Guerra Mundial, a sinagoga sofreu graves danos.

Bairro judeu de Budapeste (Foto via Shutterstock)

Bairro judeu de Budapeste (Foto via Shutterstock)

É possível entrar na sinagoga e visitar também um museu que fica lá dentro e conta a história dos judeus. Além disso, dentro do complexo há o cemitério judeu e um memorial do Holocausto.

Uma dica importante: não é permitido entrar na sinagoga com os braços de fora nem com shorts. Entretanto, eles distribuem papéis para cobrir o corpo.

End.: Dohány u. 2, 1074

Ficou com alguma dúvida sobre o bairro judeu de Budapeste? Deixe nos comentários.

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Adolfo Nomelini

Jornalista formado pela PUC-SP e pós graduado em Comunicação em Mídias Digitais, é apaixonado por música, coxinha, televisão, seus óculos e internet. Trabalha há 8 anos com conteúdo online e passa boa parte do tempo "jogando o corpo no mundo, andando por todos os cantos e, pela lei natural dos encontros, deixando e recebendo um tanto".

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