Já parou para pensar quanto custa a sua felicidade?

Felicidade é algo que se mede, mas que não se compra. A gente até consegue definir o tamanho dela, mas felicidade tem um preço? Quanto custa a sua?

Ficar preso o dia todo em uma sala com ar-condicionado durante todos os dias da semana em busca de um bom salário é o preço da sua felicidade? Viver pela sexta-feira, feriados ou sonhar todos os dias com as férias. É isso que você quer pra você?

Quanto custa a sua felicidade? (Foto: Shutterstock)

Foto via Shutterstock

Não sabemos nada sobre nossa vida. Quando acordamos e temos um dia todo pela frente, não sabemos se realmente teremos esse dia todo. E acabamos gastando a nossa energia com pessoas e coisas que não acreditamos. Usamos nossa felicidade em busca de um salário no fim do mês. E quanto maior, melhor.

Ninguém vive só de amor ou felicidade. Precisamos de dinheiro para sermos felizes. Mas o processo que envolve ganhá-lo também precisa ser feliz. Tem gente que ama o que faz, que não liga de passar a maior parte da sua vida preso em uma sala, em frente a um computador, ouvindo gritos de um chefe. Mas você é uma dessas pessoas?

Muitas vezes, pagamos um preço muito alto pela nossa felicidade. E no fim acabamos não conseguindo aproveitá-la. O tempo passa muito rápido para perdê-lo.

Quanto custa a sua felicidade? (Foto: Shutterstock)

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É necessário encontrar um equilíbrio entre as suas obrigações e a sua felicidade. Ninguém é 100% feliz. E tudo que é trabalho envolve metas, cobranças e cansaço, por mais que você faça o que você ama, que seja seu próprio chefe e resolva tudo no horário que quer. Não adianta. Sempre terá um momento de estresse, de ansiedade e de desespero.

Para muitos, felicidade é conhecer o mundo. E não dá para fazer isso apenas uma vez por ano durante 30 dias. Ser feliz por um mês e triste por 335 dias? É pagar um preço muito alto, né?

Quanto custa a sua felicidade? (Foto: Shutterstock)

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O mundo corporativo está mudando cada vez mais. Aos poucos, a obrigação da presença diminui. As pessoas se tornam livres para trabalhar de onde querem. Ao mesmo tempo, as cobranças aumentam. Com internet e WhatsApp, não existe limite para hora extra. Toda hora é hora de receber uma mensagem e ter que parar tudo para resolver.

Felicidade não está à venda, mas temos que ter consciência do preço exato que estamos pagando pela nossa. Temos que saber se no fim das contas, teremos lucro ou prejuízo. E esse é um prejuízo que às vezes não temos como reverter. De qualquer forma, sempre é tempo de recomeçar os cálculos para ser feliz.

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Adolfo Nomelini

Jornalista formado pela PUC-SP e pós graduado em Comunicação em Mídias Digitais, é apaixonado por música, coxinha, televisão, seus óculos e internet. Trabalha há 8 anos com conteúdo online e passa boa parte do tempo "jogando o corpo no mundo, andando por todos os cantos e, pela lei natural dos encontros, deixando e recebendo um tanto".

2 Comments

  1. Mauricio Vargas disse:

    A busca pela felicidade norteia nossas vidas. O que poucos percebem é que a felicidade, assim como qualquer sentimento, vem e vai, não é – e principalmente, NÃO PODE SER – permanente. Como ser feliz o tempo todo? Não há caminho. E não PODE ser assim, pois é nos momentos que se precisa ser forte que se percebe o quanto é forte. Sem adversidade, não há crescimento. Sem sofrimento, não há reflexão. A felicidade deve ser como um complemento, um objetivo momentâneo. Somos movidos pelo incentivo, pelo objetivo, e chegar aos 30 anos achando que já se alcançou tudo só vai gerar um sentimento indescritível de estagnação e desmotivação.

  2. Lulu Freitas | Let's Fly Away disse:

    Adoro os textos de vocês de inspiração e motivação. Publiquem sempre!:)

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