A Ilha de Boipeba, na Bahia, é um daqueles destinos para relaxar e esquecer os problemas. Tem praias lindas (lindas mesmo), hotéis para todos os gostos e uma vilinha com bons restaurantes. Tudo isso com aquele clima que só os lugares baianos têm, sabe? Axé com cheirinho de dendê e moqueca…

Pra quem quer sossego, a Ilha de Boipeba é o lugar ideal. Apesar de já ser bem conhecida, ainda tem muito menos turistas do que em Morro de São Paulo, que está ali do lado. Além disso, é um lugar tranquilo. A noite não é muito agitada e há sempre um cantinho vazio nas praias para quem preferir relaxar, meditar ou tomar sol em paz.

ILHA DE BOIPEBA: TODAS AS DICAS

Neste post, a gente vai dar todas as dicas de Boipeba para você organizar a sua viagem por lá. Onde está localizada, como faz para chegar, hotéis e pousadas, restaurantes, passeios e, claro, as melhores praias.

Ilha de Boipeba: Pôr do sol (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Pôr do sol na Boca da Barra (Foto: Esse Mundo é Nosso)

ONDE FICA A ILHA DE BOIPEBA

A Ilha de Boipeba está localizada no sul da Bahia e pertence ao município de Cairu, assim como Morro de São Paulo. De um lado, está a água do mar e do outro, a água do rio do Inferno (veja como chegar).

Velha Boipeba é a vila onde ficam os principais hotéis e restaurantes. De lá também saem os principais passeios.

COMO CHEGAR

O jeito mais fácil de chegar à ilha de Boipeba é ir de avião até Salvador e de lá seguir viagem.

Nós pegamos o ferry no terminal marítimo de São Joaquim, em Salvador, até Bom Despacho, na ilha de Itaparica (cerca de 1h de viagem). O ferry chega no mesmo lugar onde ficar a rodoviária. De lá, pegamos o ônibus e seguimos viagem até Graciosa (2h30). De lá, ainda fomos de barco até Boipeba (45 minutos).

Tem um telefone do barco de Graciosa até Boipeba (75 – 99861-4195)

Barco em Graciosa para Boipeba (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Barco em Graciosa para Boipeba (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Outra opção é pegar o ônibus até Valença. Graciosa faz parte de Valença, mas fica uns 20 minutos depois da rodoviária. O bom de Graciosa é que o ônibus para bem no lugar de onde sai o barco para Boipeba. No momento da compra da passagem, pergunte qual é a melhor opção por causa dos horários.

A gente já publicou um post com todas as maneiras de como ir saindo de Salvador e outras cidades da Bahia.

Barco de Graciosa até Boipeba (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Barco de Graciosa até Boipeba (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Mas vamos aos detalhes do trajeto em si… a gente chegou cedo no terminal marítimo de São Joaquim, em Salvador, para pegar o ferry, mas a fila estava tão grande que não conseguimos comprar para o próximo horário. Aliás, observamos por lá muitas pessoas vendendo passagem por fora e até mesmo furando fila para comprar e depois revender por preços mais altos. Um absurdo.

Em Bom Despacho, pegamos o ônibus bem rapidinho. Só que ele quebrou no meio do caminho, ou seja, 1h de viagem perdida. Quando chegamos em Graciosa para pegar o barco, ele já havia saído. Ficamos mais de 1h30 esperando o próximo. Com tudo isso, a nossa viagem começou às 9h da manhã e terminou depois das 17h.

Uma boa dica: na volta, preferimos pegar um táxi de Graciosa até Bom Despacho. Foi a melhor coisa que fizemos. O taxista fez para duas pessoas o valor de R$ 165. É mais caro do que a passagem de ônibus, mas dividindo fica um bom custo-benefício.

O taxista que fez o trajeto com a gente se chama Eris. O telefone dele é 75-98208-2501. Ele nem sabe que a gente tem o blog, mas gostamos bastante do serviço. Por isso, estamos indicando.

Outra dica: pra ficar mais fácil, a gente preferiu chegar antes em Salvador e ficar uns dias na cidade. Se não quiser fazer isso, pelo menos uma noite vale a pena dormir por lá para no outro dia bem cedo pegar o ferry até Itaparica e seguir a viagem que, provavelmente, durará o dia todo.

OUTRAS MANEIRAS DE CHEGAR

Dá também para pegar o barco em frente ao Mercado Modelo para Mar Grande, em Itaparica, e de lá pegar uma van até Nazaré e depois um ônibus até Valença. Em seguida é preciso pegar o barco até Boipeba.

A gente não indica ir de carro. Até porque o carro terá que ficar estacionado em Valença. Então, não vale a pena.

Outra possibilidade é pegar um avião pequeno em Salvador num voo que dura cerca de 30 minutos.

Alguma pessoas vão primeiro para Morro de São Paulo (veja como chegar) e de lá pegam um jeep para Boipeba.

CHEGUEI E AGORA?

A lancha para no porto de Boipeba. De lá, é possível ir andando até muitas pousadas. Como a nossa era relativamente perto (ficamos na Vila da Barra e recomendamos), fomos sozinhos carregando nossas malas pela areia da praia mesmo. Se você preferir, é possível contratar algum carregador. Eles cobram cerca de R$ 20.

Rua de Boipeba que vai até o local de onde saem os barcos (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Rua de Boipeba que vai até o local de onde saem os barcos (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Se for ficar em Moreré (indicamos fazer isso num segundo momento da viagem), vai ser preciso pegar um trator até lá. Como o ponto de saída é longe de onde chega o barco, será melhor contar com a ajuda do carregador (veja as melhores pousadas de lá).

QUANDO IR

Antes do clima, vamos falar sobre alta temporada. Assim como em outras regiões do Nordeste, as férias de verão e de julho, assim como os feriados, principalmente Carnaval e Ano Novo, são as épocas que a ilha fica com mais turistas. Claro que tem bem menos gente do que em Morro de São Paulo, por exemplo.

Ilha de Boipeba, na Bahia: Praia dos Castelhanos (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Praia dos Castelhanos (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Sobre o clima: De agosto a março, é a época menos chuvosa. De abril a julho é quando mais chove na região, sendo abril e maio os piores meses. Nós fomos no final de março e pegamos dias lindos.

A gente fez um post muito completo com todas as informações da melhor época para viajar para lá com dados do clima, tábua da maré e muito mais.

ESTRUTURA

Um item que me preocupou bastante antes de ir pra ilha de Boipeba foi sobre a estrutura que tem por lá. Estava com medo, por exemplo, de não aceitarem cartão ou da internet não pegar. Vamos responder algumas destas dúvidas:

ACEITA CARTÃO?

Sim! Praticamente todos os lugares aceitam cartão. Mesmo assim, é bom levar dinheiro porque em alguns casos, principalmente, na praia pode ser que você não consiga usar seu cartão.

TEM CAIXA ELETRÔNICO?

Não! Em Boipeba não há banco nem caixa eletrônico. Por isso, mais uma vez, é bom levar dinheiro para imprevistos.

A INTERNET FUNCIONA?

O Wi-fi do hotel que ficamos era bom, mas instável. Alguns bares têm internet, mas também é instável. O sinal do celular em si é muito ruim. Praticamente não funciona (pelo menos o da Claro e da Tim).

TEM HOSPITAL? FARMÁCIA? MERCADO?

Em Boipeba há um posto de saúde. Além disso, na Velha Boipeba tem duas farmácias e mais de 5 mercadinhos com bastante variedade.

Supermercado em Boipeba (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Supermercado em Boipeba (Foto: Esse Mundo é Nosso)

COMO CIRCULAR?

Dá para fazer muita coisa a pé. Por isso, a nossa dica é tentar ficar mais próxima da Boca da Barra. Desta forma, você estará mais próximo das praias e também da vilinha.

Tem como pegar “táxi”, que, na verdade, é um quadriciclo (usamos só uma vez de Moreré até O Céu de Boipeba). Da vila de Velha Boipeba até a Praia de Moreré, a melhor forma de chegar é de trator-jardineira.

Quadriciclo na Ilha de Boipeba (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Quadriciclo em Boipeba (Foto: Esse Mundo é Nosso)

O QUE TEM PRA FAZER

O que tem mesmo pra fazer na ilha de Boipeba é curtir as praias. À noite, o ideal o melhor é jantar mais cedo em algum restaurante da vila ou na feirinha da praça. A gente explica melhor nos próximos tópicos:

PASSEIOS

A lista de passeios não é tão extensa em Boipeba. O mais famoso é o de Volta à Ilha, que sai da praia da Boca da Barra e passa pelas Piscinas Naturais de Moreré, Bainema, Pontal dos Castelhanos, Piscinas Naturais dos Castelhanos, Cova da Onça e Portal das Ostras (veja o nosso post bem completo sobre este passeio)

Passeio em Boipeba (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Nós fizemos o tour, que dura o dia todo, com a agência Coco Louco Turismo.

Existem também passeios específicos para as Piscinas Naturais de Moreré, para a Ponta dos Castelhanos, de pescaria e wakeboard. Além de outros que vão para Morro de São Paulo, Garapuá e Barra Grande.

Pôr do sol na Boca da Barra (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Pôr do sol na Boca da Barra (Foto: Esse Mundo é Nosso)

PRAIAS

A melhor coisa para fazer na Ilha de Boipeba é curtir as praias. A gente fez um post super completo falando de cada uma, mas vou fazer um resumão aqui também.

BOCA DA BARRA

É a mais a próxima da vila, mas não é a mais bonita. Como lá acontece o encontro entre o rio e o mar, a água é mais escura. Entretanto, tem bastante estrutura, com bares e restaurantes, e é uma boa opção para curtir o pôr do sol.

Boca da Barra (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Boca da Barra (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Nosso hotel (Pousada Vila da Barra) fica localizado nesta região, o que é ótimo, já que está perto das praias e também da vilinha.

TASSIMIRIM

Seguindo o caminho, depois da Boca da Barra, está Tassimirim (aliás, antes tem a Praia das Pedrinhas, mas que vale só para olhar). Para chegar aqui, é preciso fazer uma trilha, mas nada de muito complicado não. O mar aqui é muito mais bonito e tranquilo do que da Boca da Barra, além dos vários coqueiros. Nós aproveitamos para comer o camarão a alho e óleo da Cabana da Gleide. Vale a pena.

Tassimirim (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Tassimirim (Foto: Esse Mundo é Nosso)
CUEIRA

Depois de Tassimirim, grudada praticamente, está a praia da Cueira, que também é linda. A barraca mais famosa pelas lagostas é a Guido’s. Do lado também tem a Cabana Sabor Tropical e a Barra da Cueira. Se der, ainda experimente o pastel de polvo ou de camarão da Carol, que fica na mesma região. A faixa de areia é bem extensa. Então, dá para curtir sem ter ninguém por perto te atrapalhando.

Cueira (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Cueira (Foto: Esse Mundo é Nosso)
MORERÉ

O jeito mais fácil de chegar a Moreré é de trator-jardineira, que sai da Velha Boipeba e custa R$ 10 por pessoa. O caminho dura entre 20 e 30 minutos. Prepare-se para balançar bastante.

Trator-jardineira que vai até Moreré (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Trator-jardineira que vai até Moreré (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Até dá para ir andando, mas, além da caminhada ser um pouco mais longa, é preciso ficar de olho na maré.

A praia é linda e muito tranquila, já publicamos um post com todas as dicas de lá. Além disso, tem um vilazinha bem pequena por lá. Pra quem quer realmente a paz total, a gente sugere que divida a viagem em duas partes: fique uns dias em Boipeba e uns dias em Moreré.

Moreré (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Moreré (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Uma sugestão de hotel para se hospedar por lá é Alizées Moreré. Ele fica do ladinho da praia e tem ma vista LINDA de Moreré. Ótimo para descansar.

Ilha de Boipeba: Vista do Alizées Moreré (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Vista do Alizées Moreré (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Apesar de Moreré ter pouca estrutura, principalmente à noite, na praia há bares e restaurantes. E, independente de qualquer coisa, não deixe de ir às Piscinas Naturais de Moreré.

Piscinas Naturais de Moreré (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Piscinas Naturais de Moreré (Foto: Esse Mundo é Nosso)
BAINEMA

Perto de Moreré, está a Praia de Bainema. Sem dúvida, ela virou uma das nossas praias prediletas da viagem. A água é calma, quentinha e transparente. Além disso, tem vários coqueiros e a faixa de areia é bem extensa. Ou seja, tem espaço para todo mundo. Por lá, está o Pontal do Bainema, que é um bar/restaurante bem bonitinho.

Ilha de Boipeba: Bainema (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Bainema (Foto: Esse Mundo é Nosso)
PONTAL DOS CASTELHANOS

Outra praia na Ilha de Boipeba é o Pontal dos Castelhanos. Como tem a mistura do rio com o mar, o visual é muito diferente das outras. Na maré baixa, formam-se alguns bancos de areia, que deixam tudo ainda mais bonito.

Pontal dos Castelhanos (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Pontal dos Castelhanos (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Pontal dos Castelhanos (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Pontal dos Castelhanos (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Ahh, não deixe de experimentar o pastel de polvo ou de camarão e tomar o drink de cacau com biribiri.

Visite também as Piscinas Naturais dos Castelhanos.

Piscinas Naturais dos Castelhanos (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Piscinas Naturais dos Castelhanos (Foto: Esse Mundo é Nosso)
COVA DA ONÇA

Esta praia vale a visita mais pela comida! É que os pescadores pescam e servem tudo fresquinho no dia. Então, tudo fica ainda mais saboroso. Nós comemos uma lagosta na manteiga no restaurante Estrela do Mar que estava sensacional.

Cova da Onça (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Cova da Onça (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Não deixe de ver o post completo que fizemos sobre as praias de Boipeba.

RESTAURANTES

Na Ilha de Boipeba, há boas opções de restaurantes. Durante o dia, nas praias, não deixe de experimentar o camarão a alho e óleo na Cabana da Gleide, em Tassimirim, a lagosta no Guido’s, na praia da Cueira, e os pastéis, na Cueira também ou no Pontal dos Castelhanos. Também comemos uma moqueca muito boa no restaurante Boca da Barra.

Camarão a alho e óleo da Cabana da Gleide (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Camarão a alho e óleo da Cabana da Gleide (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Na vila da Velha de Boipeba, aproveite para jantar no italiano Varanda (comemos um nhoque incrível). Tem também o Flor da Lua, o vegetariano Cúrcuma, o Panela de Barro (tem uma moqueca incrível) e a pizzaria Terra Brasilis. O Mangabeiras, que fica mais distante, é outra opção.

Moqueca no restaurante Panela de Barro (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Moqueca no restaurante Panela de Barro (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Os restaurantes costumam fechar cedo. Então, não enrole muito para jantar.

NOITE EM BOIPEBA

A noite não tem grandes atrações em Boipeba. Como eu disse, os restaurantes não funcionam até tarde. Na pracinha, que fica no centrinho da vila, tem sempre uma feirinha com algumas barraquinhas que vendem comida, bebida e artesanato. Além disso, é lá que está o bar Casinha Latina, que é ótimo para beber alguma coisa e jogar conversa fora.

Casinha Latina (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Casinha Latina (Foto: Esse Mundo é Nosso)

Às sextas-feiras, às 22h, acontece o forró no Bar das Meninas, que fica mais perto do ponto de onde sai o trator para Moreré.

Não deixe de ver nosso post completo com todas as dicas do que fazer por lá.

QUANTOS DIAS DEVO FICAR?

Nunca canso de dizer que a Ilha de Boipeba é o lugar ideal para quem quer relaxar e curtir ótimas praias. Portanto, se você quiser realmente descansar, 5 ou 6 dias são suficientes para isso. Lembre-se que você perderá praticamente um dia para ir e outro para voltar de lá.

Bainema (Foto: Esse Mundo é Nosso)
Bainema (Foto: Esse Mundo é Nosso)

DICAS DE HOTÉIS

Há hotéis para todos os gostos em Boipeba e região. Vou falar mais do que a gente se hospedou porque realmente gostamos muito dele. É a Pousada Vila da Barra, que está localizado perto do centrinho e também da praia da Boca da Barra.

Vila da Barra (Foto: Reprodução/Booking)
Vila da Barra (Foto: Reprodução/Booking)

Os quartos são ótimos (tem sala, cozinha e quarto), bem equipados, limpos e modernos. O café da manhã é bom também. Ele fica dentro de uma galeria que tem algumas lojas e restaurantes. Não tem piscina, mas gostamos muito da estrutura mesmo porque é moderno e funcional. Aproveite para ver o valor das diárias com desconto.

Na vilinha, há outras opções de hotéis, mas realmente esse foi o que mais gostamos. De toda forma, vale a pena dar uma pesquisada. Se você não ligar de ficar mais afastado, há opções muito boas, como o Mangabeiras e o Céu de Boipeba (mesmo se não ficar lá, é legal para curtir o pôr do sol). Só que para circular à noite é mais complexo.

Por isso, às vezes vale a pena dividir a viagem em duas: primeiro na vilinha e depois em algum hotel mais afastado, ou até mesmo em Moreré. Aliás, o Alizées Moreré é uma boa dica de hospedagem por lá. A única coisa ruim é que não tem internet nem TV nos quartos. Veja outras opções de hotéis por lá.

Ficou com alguma dúvida sobre a Ilha de Boipeba? Deixe nos comentários!

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Sobre o Autor
Adolfo Nomelini
Jornalista formado pela PUC-SP e pós graduado em Comunicação em Mídias Digitais, é apaixonado por música, coxinha, televisão, seus óculos e internet. Trabalha há 8 anos com conteúdo online e passa boa parte do tempo "jogando o corpo no mundo, andando por todos os cantos e, pela lei natural dos encontros, deixando e recebendo um tanto".

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